quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Comentário Individual sobre o filme: Como Estrelas na Terra- Toda Criança é Especial.


Profª : Dulce Streck Procknow
Escola: Sete de Setembro.





COMO ESTRELAS NA TERRA- TODA CRIANÇA É ESPECIAL.

O filme conta a história de um menino de nove anos Chamado Ishaan, ele sofre de dislexia e estuda em uma escola regular, vindo a repetir uma vez o terceiro período e esta sujeito a repetir novamente.

O menino diz que as letras dançam em sua frente e não conseguem acompanhar as aulas nem prestar atenção. Seu pai acredita que o filho é indisciplinado e o trata com certa rispidez sem se sensibilizar com o fato. 

O pai ao  ser chamado a escola para conversar com a diretora, o mesmo decide levar o filho a um internato. O menino fica com menos vontade de aprender e de ser uma criança, e acaba ficando deprimido com falta da mãe, irmão mais velho e da liberdade de viver. 
Um professor ao conhecer Ishaan, percebe que o menino sofre de dislexia e decide ajudá-lo. Este sintoma não era um problema e nem tão pouco desconhecido pelo educador e, decide tirar tirar o menino do anonimato no qual se encontrava. Ele ensinou Ishaan a ler e escrever, sempre demostrando otimismo passando esperança à criança. A partir  daquele momento, o menino vai superando a opressão da família e sua própria limitação passa a fazer diferença na escola surgindo novos significados para seu aprendizado.

O filme mostra a importância que um professor tem na transformação de conceitos para com os alunos. Através de sua própria metodologia de ensino, de forma a estimular a compreensão dos alunos, tornando a sala de aula um lugar agradável e com visão de futuro. 
 A dislexia está longe de ser solucionada, porém é preciso de novos métodos para que estas crianças se superem e aprendam a lidar com a diferença.



O filme traz uma lição de vida, quem o assiste o filme sai com outro olhar diante da profissão docente.



segunda-feira, 2 de setembro de 2013

PROGRAMA PACTO NACIONAL PELA ALFABETIZAÇÃO NA IDADE CERTA

Professor(a): Dulce Streck Procknow
Escola: Municipal de Ensino Fundamental Sete De Setembro




AS DIFICULDADES DA ALFABETIZAÇÃO NAS SÉRIES INICIAIS.

A linguagem é parte integrante de nossas atividades diárias. No entanto ela não é herdada, é uma arte que requer ser transmitida de uma geração a outra por meio da educação. Considerando a sala de aula antes de tudo, um ambiente educativo, e assim considerado como um espaço preparado e dirigido com a participação conjunta de alunos e do professor, uma atuação participativa e criativa para o mundo da comunicação escrita.
Segundo Ferreiro (1996, p.24) “O desenvolvimento da  alfabetização ocorre, sem duvida, em um ambiente social. Mas as praticas sociais assim como as informações sociais, não são recebidas passivamente pelas crianças.”
A autora enfatiza que não se pode seguir no limite de reconhecimento apenas de símbolos, mas saber combiná-los construtivamente e desenvolve-la para uma trajetória revelada para a escrita. Para tanto, desenvolver e oportunizar aos alunos amplo grau de liberdade para que possam construir seu próprio processo de decodificação da língua escrita, vem a contribuir no processo de aprendizagem.
As Dificuldades de Aprendizagem, de acordo com Antunes (1999), envolvem alunos comuns, ou seja, aparentemente sem danos de natureza médica ou psicológica que necessitam de práticas educativas especiais. Apresentam dificuldades de aprendizagem crianças que não rendem de acordo com sua idade e nível escolar em uma ou mais áreas, dentre as seguintes: expressão oral, compreensão oral, expressão escrita com ortografia adequada, habilidade básica de leitura, compreensão de leitura, cálculo matemático.
Conforme ZILBERMAN (1985, p. 27), (...) a criança é vista como um ser em formação cujo potencial deve se desenvolver a formação em liberdade, orientando no sentindo de alcance de total plenitude em sua realização.
A intervenção da escola nesse processo permeia concomitantemente a teoria e a prática, e esse é o grande desafio do professor, isto é, entender como deve ser sua atuação junto ao processo de cada criança, tendo um embasamento teórico por trás. Nesta perspectiva, é necessário um trabalho de auxílio aos docentes por parte de especialistas e psicopedagogos escolares, no sentido de auxiliar e incentivar os professores a inovarem suas teorias, a buscarem novas práticas para sua sala de aula, principalmente, quando enfrentam problemas de aprendizagem dos alunos.
Sabe-se, que alfabetização é um processo de construção de hipóteses sobre o funcionamento e as regras de geração do sistema alfabético de escrita, é um conteúdo extremamente complexo que demanda procedimentos de análise também complexos por parte de quem aprende.
No entanto, para facilitar esse processo é preciso propiciar condições para que o aluno tenha acesso ao mundo da escrita, tornando-se capaz não só de ler e escrever, mas, sobretudo fazer uso real e adequado da escrita com todas as funções que ela tem em nossa sociedade. Para uma compreensão abrangente da alfabetização, faz se necessário o contato com o objeto de conhecimento, do qual os indivíduos se apropriam através de experiências significativas até chegar ao domínio do código da escrita. Um dos elementos imprescindíveis à alfabetização é o processo de compreensão do funcionamento do sistema de escrita, ou seja, para se apropriar dessa linguagem é preciso pensar sobre ela e compreendê-la.
Porém a necessidade de ler e escrever não surge da mesma forma para todas as crianças, já que elas vivem em meios diferentes que lhes proporcionam experiências diversas. Por exemplo, a criança de classe média e da zona urbana, é favorecida por estar em contato com o código escrito muito antes de ir à escola, através de letreiros de propagandas, cartazes, TV, acesso a livros, revistas, etc.

Por fim, uma criança que vive num meio onde não tem contato com a palavra escrita, não vai sentir a mesma urgência de ler. Assim, se em sua casa não existem livros, jornais, revistas, se os pais não lêem, nem escrevem não vai se interessar tanto pela alfabetização, já que palavra escrita não faz parte do seu dia-a-dia.


Referencias

ANTUNES, C. A dimensão de uma mudança: atenção, criatividade, disciplina, distúrbios de aprendizagem. Propostas e projetos. São Paulo: Papirus, 1999.

FERREIRO, Emilia. Alfabetização em Processo. São Paulo: Cortez, 1996.
144p.

ZILBERMAN, Regina. A literatura infantil na escola. São Paulo:Global, 1995.

As dificuldades da Alfabetização nas Séries Iniciais



Aprendemos coisas novas a todo momento e durante toda vida, dessa forma, o aprender é  uma atividade cotidiana, somos “aprendentes” natos, uma vez que descobrimos diferentes maneiras para realizar atividades do dia a dia, seja para aprender a utilizar uma máquina, aprender a fazer um novo prato, enfim, aprendemos a todo momento. Mas também é visto que ao aprender, erramos diversas vezes e os erros nos levam a futuros acertos até que chegamos à aprendizagem que esperávamos, ou seja, ao nosso objetivo.
Dessa forma, alfabetizar nos faz pensar em aprender, em como se dá o processo de aprendizagem do aluno, e em como os erros podem fazer com que se chegue à aprendizagem, a alfabetização de fato.
Conforme SOARES ( 2003 ;11):

as dificuldades da criança, no processo de construção do sistema de representação que é a língua escrita – consideradas “deficiências” ou “disfunções”, na perspectiva dos métodos “tradicionais” – passam a ser vistas como “erros construtivos”, resultado de constantes reestruturações.

Assim, cabe ao professor, proporcionar momentos em que as atividades sejam realizadas de forma que os erros sejam vivenciados e percebidos como momentos ricos de aprendizagem. O erro para criança em fase de alfabetização não pode ser visto como aspecto depreciador, mas sim como forma da mesma internalizar a aprendizagem, uma vez que aprende com os erros, e essa aprendizagem faz sentido para si.
O erro como forma de aprendizagem, não configura uma dificuldade, uma vez que é propulsor da continuação da aprendizagem, porém o que fazer quando os alunos não conseguem manter essa relação com o erro, e esse se torna uma característica da dificuldade de aprendizagem?
Porque o aluno não compreende o sistema de escrita, não se alfabetiza? Porque o professor não consegue se fazer entender para o aluno? Porque alguns alunos não avançam no processo de aprendizagem? Porque essa aprendizagem não é linear com todos os alunos? O que, eu, professor, posso fazer nessa situação? Como ajudar o aluno na compreensão do processo de alfabetização?
Dentre tantas perguntas sem respostas, o professor se vê sozinho no processo de aprendizagem do aluno, e passa a buscar formas de alcançar seu objetivo, que é a alfabetizar seus alunos. Essas respostas não são claras nem objetivas, partem da reflexão das práticas vivenciadas, das trocas de experiências com colegas, da pesquisa, do estudo de como a criança aprende, e das tentativas realizadas em sala de aula, que como já citado acima, passíveis de erros e acertos.
Por fim, as dificuldades da alfabetização nos anos iniciais são inúmeras, e as formas de agir para a superação dessas são realizadas cotidianamente  a partir de tentativas, a partir do trabalho do professor com os alunos.


REFERENCIAS:
SOARES, Magda. Letramento e alfabetização: as muitas facetas. Outubro, 2003. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/rbedu/n25/n25a01.pdf/ >. Acesso em: 02 de setembro de 2013.


Grupo da E.M.E.F. Leonor Pires de Macedo
Prof. Adriana Ferraz Ortiz
Prof. Darlene de Vargas Michelotti
Prof. Fabricia Sônego

quinta-feira, 29 de agosto de 2013


                               Uma aula " Maluquinha " .







Uma aula " Maluquinha " com a turma de terceiro ano.
Escola: Sete de Setembro.
Mês de julho de 2013.

Foi proporcionada uma aula com confecções de máscaras, alguns alunos trouxeram acessórios pessoais enriquecendo ainda mais a proposta de uma tarde diferente.  Seguindo de dramatizações, onde se apresentaram para as salas das turmas da tarde com cancões de escolha dos grupos. Foi uma tarde intensa onde os alunos do terceiro ano criaram suas próprias coreografias e enredos de apresentação.
A aula iniciou com uma Breve  História Sobre a Máscara.

A Máscara
O teatro tem acompanhado o homem desde as suas origens. Inicialmente encontra-se ligado aos rituais religiosos e tinha como finalidades representar o mundo real e o mundo divino.Foi se evoluindo até se tornar no que é hoje, a representação de ações feitas através de atores, realizado em um determinado espaço através de ensaios e tendo como resultado a cena. O personagem e o seu discurso são fundamentais para o sucesso da apresentação, podendo ser também através de narrativas onde a expressão corporal entra como protagonista.

Através do andamento da aula se chegou a vários utilidades da máscara, não somente como uso em teatro, festas, carnaval,super heróis mas também como auxilio na medicina como proteção ao paciente. A máscara é usada também por pessoas mal intencionada como no uso de assaltos, espionagens ...


Dulce Streck Procknow.
Docente Itinerante - Projeto de Apoio a Aprendizagem 3º e 4º ano.
Escola Municipal Sete de Setembro.

terça-feira, 27 de agosto de 2013


Parabéns, Colegas pelas postagens que estão sendo realizadas no Blog e pelo trabalho que estão realizando pela alfabetização dos nossos alunos. 
É em cada sala de aula, através do trabalho e esforço de cada professor que a proposta do PNAIC está sendo colocada em prática, buscando: "garantir a plena alfabetização de nossas crianças, sem exceção, e no momento certo".


"Há uma característica em comum nos melhores profissionais que conheci, todos fizeram de seu trabalho uma arte"! Kléber Novartes

Ieda Romana Prodorutti
Orientadora de Estudos
Professor(a) Alfabetizador: Dulce Streck Procknow
Escola: Municipal de Ensino Fundamental Sete De Setembro
Turma: 3º ano


Gêneros Textuais 

OS DIFERENTES TEXTOS A SERVIÇO DA PERSPECTIVA DO ALFABETIZADOR LETRANDO

Produção Textual: Gênero conto e Canção.

Foi trabalhado com a turma do 3º ano o conto A Festa no Céu. Iniciei contando a história da tartaruga.





O livro conta a história sobre a tartaruga que queria ir a uma festa no céu. Só que a festa era só para os bichos que voavam, mas ela teve uma grande idéia e se enfiou dentro do violão do Urubu-Rei, e quando o urubu foi, ela foi junto.
Quando ela chegou todos se impressionaram como aquele animal sem asas tinha conseguido ir a festa! E ela cantou e sambou a noite inteira!
A festa durou até o sol raiar e quando acabou a tartaruga entrou no esconderijo de novo. E ficou quietinha para o urubu não perceber.
Mas no meio do caminho, o Urubu-Rei de tão contente assobiou um samba da festa e a tartaruga começou cantarolar também.
O urubu percebeu, virou o violão e a tartaruga caiiiiiiiiiiiiiiiiiu.
Então ela quebrou todo o seu casco, mas os bichos que não voavam a ajudaram a colar o seu casco e por isso que ela tem esse casco tão remendado!


Após o conto foi desenvolvida uma atividade artística com o molde da tartaruguinha e embalagens de ovos. A turma pintou o corpo da tartaruguinha com lápis de cor e o casco da tartaruga com tinta guache.

  








Também foi confeccionado um cartaz coletivo com o mesmo tema. Onde cada aluno desenvolveu seu trabalho a partir do modelo ligando os pontos.

A atividade do conto foi desenvolvida com a interpretação e leitura. Bem como, o desenvolvimento artístico envolvendo as artes, recortes, colagem. Em seqüência foi trabalhado o gênero textual em forma de canção, tendo como  tema a Tartaruguinha, vindo a contribuir e reforçar o entendimento relacionando o conto.

MUSICA DA TARTARUGUINHA
Ouvi contar uma história.
Uma história engraçadinha.
Da tartaruguinha.
Da tartaruguinha.

Houve uma festa lá no céu.
Mas o céu era distante.
E a tartaruguinha viajou,
Na orelha do elefante.


Quando a festa terminou,
A bicharada se mandou
Quem viu a tartaruguinha
Quem viu?
Lá do céu ela caiu.


São Pedro o céu varreu.
e dá pobrezinha se esqueceu.
Ela disse ai meu corpinho
Está todo de fora!
Como é que eu vou fazer Pai do Céu?
Como vou viver agora?

Pai do Céu juntou os caquinhos e colou
Mais bonita ela ficou....


O gênero em forma de canção foi trabalhado a expressão expressiva e lingüística através do ato de cantar em combinação com o ritmo musical. A música auxiliou também para a coreografia de acordo com a letra, onde os alunos se apresentaram para as outras turmas.
Ao aplicar as atividades observou que no momento de leitura do conto, os alunos tem facilidade na compreensão e na coerência textual vindo a contribuir na prática da escrita e na leitura.

Os resultados foram satisfatórios no sentido de envolvimento e entendimento, tendo como resultado o envolvimento no processo da escrita, expressão corporal e linguística da criança.









domingo, 25 de agosto de 2013

 ESCOLA MUNICIPAL DE ENSINO FUNDAMENTAL FRANCISCO GIULIANI
Professora: Neiva Vissotto
Turma: terceiro ano 18 alunos.


GÊNEROS TEXTUAIS

LEITURA FEITA PELA PROFESSORA:   "A FRUTA MISTERIOSA  "

ÁREAS DO CONHECIMENTO ENVOLVIDAS E CONTEUDOS QUE PODEM SER TRABALHADOS:

Português:
_Leitura oral, interpretação;
_Jogos gramaticais: diminutivo;
_jogos ortográficos: palavras com LH,NH,CH;
_Escrever listas, convites e minitextos.

Matemática
_Resolução de problemas;
_Sequencia numérica;
_Preencher gráficos.

Ciências
_Identificar cada fruta no seu pé, como nascem;
_Valor nutritivo;
Partes completas de uma planta e suas funções.

Artes
_Ilustrar a história;
_Dramatizar;
_Confeccionar uma árvore, animais, frutos.

Tema transversal
_Trabalhar o estatuto do idoso;
_Visita a casa do idoso;
_Culminancia- Ciranda de gerações
_27 de setembro- dia do idoso.